Minions & Monstros

| 01 julho 2026 | Nenhum comentário:


Sinopse:
Esta é a história turbulenta, absurda e totalmente verdadeira de como os Minions conquistaram Hollywood, se tornaram estrelas de cinema, perderam tudo, liberaram monstros pelo mundo e então se uniram para tentar salvar o planeta do caos que eles mesmos criaram.

*** 

Personagens como os Minions estão na mesma categoria de Pikachu ou Darth Vader. Você pode até nunca ter assistido a um episódio ou os filmes, mas sabe exatamente quem eles são. 

No meu caso, eu conheci essas criaturinhas fofas e amarelas com o primeiro filme da série Meu malvado favorito, e, apesar de não ter visto nenhum outro dos filmes da franquia, isso não foi um empecilho para que eu me deliciasse (e risse muito) com essa aventura cinematográfica (em vários sentidos).

Se é uma homenagem a história do cinema, ou uma loucura sem precedentes, aqui temos os Minions, como sempre, em busca de um grande vilão para servir. Após muitas tentativas frustradas, os monstrinhos amarelos acabam, sem querer, virando estrelas de um filme.

Tudo estava indo muito bem na era do cinema mudo, mas, quando o som finalmente chega a essa mídia, digamos... o jeito peculiar de falar dos nossos amigos não foi muito bem aceito pela indústria.

Alguns deles poderiam escolher voltar a sua saga original, encontrar um grande vilão para servir, mas o protagonista queria a glória de fazer o seu próprio filme. Contando apenas com dois outros Minions para ajudá-lo, tudo o que ele precisava era de um monstro a altura da sua genialidade para a maior aventura cinematográfica que o mundo já viu.

Mas, como sabemos, nem tudo o que os amantes de bananas tentam dá certo e suas vidas podem ser complicar muito, e, quem sabe, talvez eles até sejam responsáveis pela destruição do mundo...

É um filme para crianças? Sim, os pequenos vão se divertir muito, mas não se engane. O roteiro não é apenas formado por cenas engraçadinhas e absurdas pensadas para apenas entreter. Amantes do cinema vão se deliciar com todas as referências e homenagens presentes no longa.

Desde o cinema mudo, até as superproduções e personalidades da atualidade, todos são colocados no filme para dar um toque interessante para os pais que levarem seus filhos ao cinema terem a oportunidade de apreciar ainda mais o longa, indo muito além das loucuras e peripécias que vão envolver a todas as idades.

Quando você encontra um filme em que até os créditos te fazem abrir um sorriso, pode ter certeza de que ali tem algo muito certo.

Leia Mais

Dia D

| 09 junho 2026 | Nenhum comentário:


Sinopse:
Se você descobrisse que não estamos sozinhos, se alguém lhe mostrasse, provasse isso, isso te assustaria?

Neste ano, a verdade pertence a oito bilhões de pessoas.

Estamos nos aproximando do… Dia D.

***

Que Spielberg é fascinado por contar histórias sobre seres de outros planetas, todos sabemos, mas, apesar de serem o tema principal, nesse filme os alienígenas ficam em segundo plano e o que entra em cena são todas as façanhas da natureza humana.

Como encararíamos o desconhecido? A humanidade deveria saber de toda a verdade, ou somente poucos “escolhidos”? Esses seres intergaláticos seriam tratados como semelhantes, inferiores ou seres a serem idolatrados?

Por outro lado, como um grande conhecedor da natureza humana, Spielberg sabe que o ser humano pode ser cruel a ponto de cometer atrocidades com outras pessoas. Portanto, não seria diferente com esses seres que despertam tamanha curiosidade e medo.

A primeira cena do filme já coloca o espectador sendo agredido de forma épica. É isso mesmo, você vai se sentir dentro do filme de forma única. Depois do primeiro susto, você vai sair do mundo que conhecemos e embarcar em mais uma história sobre o que existe além da nossa vã filosofia.

Daniel Keller teve sua namorada sequestrada, pois está em posse de informações confidenciais de uma empresa secreta que trabalha em conjunto com o Departamento de Defesa dos Estados Unidos. Enquanto a empresa quer manter tudo em segredo, Daniel acredita que a humanidade deveria saber a verdade, as atrocidades que aconteciam há décadas e um segredo que mudaria a vida como a conhecemos.

No outro lado dessa história temos Margaret Fairchild. Ela trabalha no jornal como a “moça do tempo”, fazendo gracinhas, tocando a vida com o namorado, mas sem ainda ter encontrado o seu real propósito nesse mundo. Mal ela sabia que esse propósito talvez não pudesse ser encontrado em algo que pertencesse a esse planeta.

Ver um simples pássaro faz com que Margaret comece a entender diversos idiomas e, supreendentemente, ao olhar para uma alguém, ser tornar aquela pessoa por um instante. Ver todos os seus pensamentos, entender a sua vida, saber tudo o que a pessoa sabe, e exatamente o que ela precisa ouvir ou ver naquele momento.

Mesmo com vidas tão opostas, Daniel e Margaret se encontram unidos por todos esses segredos e mistérios que vão além de tudo o que eles já imaginaram que pudesse existir.

Essa é a combinação perfeita para um filme de busca, perseguição e mistérios que vão te prender a tela para saber qual é a verdade e, a grande questão: Ela deve ser revelada, ou precisa continuar escondida?

Aqui lidamos com dilemas éticos, morais e religiosos, a perspectiva do que é certo e errado, com todos os seus pontos de vista, usando como pano de fundo seres de outros planetas e a sua aparente fragilidade em frente a raça humana.

A última cena do filme é surreal de tão tensa e incrível. Sem querer dar spoilers, mas... segure o fôlego e espere por algo que vai te fazer sentir emoções bem conflitantes no derradeiro desfecho.

Então, encontre a tela mais incrível da sua cidade e assista esse espetáculo nos cinemas.

Leia Mais

Quase compatíveis

| 18 maio 2026 | Nenhum comentário:


Autora: Anna García
Editora: Galuba
Leia também: Amazon

SINOPSE: Elliott e Rachel não são compatíveis porque têm origens muito diferentes.

Elliott e Rachel não são compatíveis porque moram em lados opostos da cidade.

Elliott e Rachel não são compatíveis porque têm empregos muito diferentes.

Elliott e Rachel não são compatíveis porque seus amigos não têm nada em comum.

Elliott e Rachel não são compatíveis porque seus hobbies não têm nada a ver um com o outro.

Elliott e Rachel não são compatíveis porque possuem prioridades diferentes na vida.

Elliott e Rachel não são compatíveis e jamais se cruzariam, mas…

Elliott e Rachel são compatíveis porque seus amigos intrometidos decidiram que são.

Elliott e Rachel são compatíveis porque, às vezes, 49% de compatibilidade é o suficiente.

Elliott e Rachel são… Quase Compatíveis.

*** 

Bora falar sobre um livro bem fofinho? Um pouco clichê, mas nada que a gente não ame, certo? 💖

Confesso que vejo propagandas desse livro há um bom tempo, mas nunca me interessei pela sinopse ou pela capa para começar a ler, até que eu vi uma postagem no Instagram da editora com um trecho do livro.

Nesse trecho, a protagonista estava indo a um encontro com um completo estranho que ela conheceu em um site de relacionamentos. Ao chegar no local do encontro, aquele estranho (por mais delicioso que ele fosse) não fazia ideia de quem era ela, nunca tinha entrado no site em questão, e, para ficar ainda pior, a confundiu com uma mulher de trabalho bem questionável 😂😂😂.

Não nego, esse trecho me pegou de jeito e eu tive que começar a leitura imediatamente (mais uma vez, amo o Kindle Unlimited!!!).

Rachel, nossa protagonista, após ser traída pelo noivo, é convencida pela melhor amiga a se cadastrar em um site de relacionamentos. Após escolher somente homens com um perfil muito compatível com o dela que terminaram em encontros desastrosos, Rachel aceita se encontrar com Elliott, que é só 49% compatível com ela. 

Como dizem... os opostos (ou os apenas 49% compatíveis) se atraem...

Mas, no meio dessa busca de Rachel pelo seu grande amor, temos Elliott e seu passado que o assombra. 

Elliott foi um jovem irresponsável, que bebia e se drogava, mesmo tendo um filho pequeno. Em uma dessas noites de loucura, ele sofre um acidente em que a sua namorada (e mãe do bebê), infelizmente, não resiste. 

Após passar dois anos preso pela morte da mãe do seu filho, a única coisa em que Elliott pensa é trabalhar para guardar todo o dinheiro possível e, quem sabe, um dia poder voltar a conviver com a criança, que agora vive com os seus ex-sogros, que o culpam pela morte da filha.

Como ele também se culpa, é claro que esse sentimento vai atrapalhar sua relação com Rachel. Aqui entramos naquela parte clichê de um homem com um segredo do passado, que não consegue se abrir para o seu grande amor (com medo de perdê-la) e acaba estragando a sua relação por conta dos seus medos e traumas. E olha que nesse livro ele consegue estragar essa relação muitas e muitas e muitas vezes 😅.

Mas isso não tira o brilho da história. Elliott e Rachel são fofos juntos. Ela é muito entregue a esse relacionamento (algo que eu realmente amei), e ele ama muito profundamente, apesar do passado que o assombra constantemente.

E, para quem gosta de livros com crianças, temos um deleite chamado Holden. Que fofura! Me apaixonei desde a primeira fala. Tão meigo, mas também tão maduro, que é impossível não torcer para que aqueles três possam se juntar e ter o tão esperado final feliz.

Quase compatíveis é perfeito para amantes de mocinhos com grandes marcas no passado, protagonistas que procuram pelo seu amor (recorrendo até a sites de encontros, com resultados desastrosos) e crianças para se apaixonar! Um livro para ler rapidinho e se encantar!

Leia também: Amazon

Leia Mais

Mortal Kombat II

| 07 maio 2026 | Nenhum comentário:


Sinopse:
Desta vez, os campões favoritos dos fãs – agora acompanhados pelo próprio Johnny Cage – são colocados uns contra os outros numa sangrenta e derradeira batalha, sem regras ou limites, para derrotar o sombrio governo de Shao Kahn que ameaça a própria existência do Plano Terreno e seus defensores.

*** 

Confesso que games não são muito a minha praia, porém, é impossível viver nesse universo nerd e não ter visto os filmes antigos da franquia. Então, assim como no primeiro filme, eu fui para o cinema já conhecendo um pouco desse universo e aproveitando com ainda mais entusiasmo a apresentação dos “novos” personagens.

Se no primeiro filme tivemos a jornada de relutância e superação de Cole Young, agora é a vez do ator decadente Johnny Cage assumir esse papel. Muito diferente de Cole, o ator não tem motivos reais para lutar (mesmo que seja pela sobrevivência da Terra) e acaba promovendo momentos bem mais engraçados e sarcásticos em sua jornada.

Além de Johnny, a princesa Kitana (e seus leques super marcantes), também entra em cena para lutar pelo que é certo. Claro que, no caso dela, uma boa dose de vingança também vai cair muito bem.

Disse que não tenho muita intimidade com games em geral, porém, é impossível não ver o esforço desse filme para transformar algumas batalhas em algo que você vai achar que realmente está segurando um joystick (está liberado apertar botões imaginários). 

Efeitos de luz, golpes, transições e mesmo as mortes mais sanguinolentas faz com que você esteja jogando em uma tela gigante, esperando pelo próximo movimento do oponente que, eu te garanto, muito mais do que no primeiro filme, vão chocar absurdamente.

Esse filme tem a cena mais chocante, inesperada e cruel de todos os filmes da franquia (e de muitas outras franquias por aí). Ainda não me recuperei do impacto que foi algo tão brutal (e que você não esperaria que acontecesse nem em mil anos 😱).

Seguindo a linha do primeiro filme, as referências mega nerds de outros filmes da Warner são perfeitas para a hora do pause, entre um fight e outro. Assim você pode dar umas risadas antes de levar alguns socos com cenas impactantes novamente.

O bom dessa franquia é que podemos ter diversos torneios para definir o destino da Terra em outros filmes, apresentando novos personagens, suas histórias e lutas visualmente incríveis com aquele toque de videogame que deixa tudo mais eletrizante.

Se eu quero um Mortal Kombat III? Com certeza! Finish him!!!!! 💣💣💣


Leia Mais

Confusões do amor

| 16 abril 2026 | Nenhum comentário:


Autora: Lynn Painter
Editora: Intrínseca
Leia também: Amazon

Sinopse: A faxineira Abi Mariano está numa enrascada: seu apartamento foi interditado por causa de uma infestação, e agora ela precisa de um lugar para ficar durante uma semana. Com a rotina dividida entre os estudos e dois empregos, ela não tem tempo de procurar nem dinheiro para um hotel, então se vê sem opções. A solução diante do desespero se apresenta como num passe de mágica quando o proprietário da cobertura onde ela faz faxina sai da cidade por exatamente sete dias. Em condições normais, Abi jamais pensaria nisso, mas ele de fato nunca aparece em casa (e ela nunca o viu na vida).

Ela se arrisca, dorme na casa do patrão e tudo vai muito bem... até que encontra dois estranhos na cozinha. São os pais do dono da cobertura, e, por mais estranho que seja, eles parecem saber tudo sobre Abi — não como a faxineira, mas a namorada do filho.

Declan Powell é daqueles que colocam a carreira em primeiro lugar a qualquer custo. Após abrir caminho até chegar a um cargo executivo em sua empresa, já ambiciona voos bem maiores. Quando seus pais mencionam ter conhecido sua namorada, “Abby”, ele quase se engasga. Que bom ouvir como ela foi adorável, mas ele na verdade não tem namorada nenhuma: tudo não passa de uma invenção para que a família e os figurões da empresa parem de pressioná-lo e o vejam como um adulto que não foge de compromissos.

Após finalmente descobrir quem Abi (e não Abby) é de fato, Declan lhe faz uma proposta: se ela fingir ser sua namorada, ele lhe dará qualquer coisa enquanto durar o acordo entre os dois. Que mal isso poderia fazer? Afinal, são só negócios, nenhum prazer envolvido... Certo?

***

Ai, ai, ai... que confusão mais deliciosa de se ler!!!

Sim, esse é o meu primeiro encontro com a autora Lynn Painter e não poderíamos ter tido um começo melhor. Que livro é esse?!?

Abi é uma loucura em forma de personagem. Imagina invadir um apartamento alheio (em que você só trabalha), dormir em uma cama que não é sua (por mais confortável que fosse), encontrar os pais do dono do apartamento e fingir normalidade com tudo aquilo, como se ela realmente devesse estar ali (até conseguir fugir antes que eles chamassem a polícia, é claro).

Já percebeu que as gargalhadas são garantidas, né? 😁

Abi não tem papas na língua, mesmo quando o dono do apartamento, o milionário super lindo e sexy, Declan Powell a confronta em seu outro emprego. E ela também não titubeia muito quando ele propõe que ela finja ser sua namorada por um fim de semana (sei, sei...).

Seja por um carro, ou por “apenas” uns 40 mil dólares, Abi aceitaria ter os melhores dias da sua vida, ao lado de um homem incrível, por quem ela, obviamente (é claro, todas nós sabemos bem), nunca deveria ser apaixonar.

Já falei que é uma confusão deliciosa? Então falo outra vez! 

Essa é Abi, em toda a sua loucura, que vai tirar a vida perfeita e completamente planejada de Declan dos eixos.

Ele não quer uma namorada, isso seria apenas um problema naquele momento da sua vida, mas, ter alguém que assumisse temporariamente esse papel, poderia sossegar os pais e fazer com que as pessoas da empresa o vissem com outros olhos, como alguém que planeja o futuro e deseja ter uma família.

Porém, pela primeira vez, Declan estava em um terreno completamente desconhecido. Imagine só, um workaholic convicto, sequer pensar em tirar um dia de folga para simplesmente realizar os sonhos mais simples de sua faxineira linda e doidinha, sem papas na língua e com uma criatividade que só uma escritora poderia ter? 💖💖💖

Preciso dizer mais alguma coisa?

Esse livro é tão fofo, engraçado, sexy e muito mais!!!

Me apaixonei por Declan e Abi e, nesse momento, já quero ler todas as obras da autora. Se os outros livros forem tão incríveis quanto esse, pode anotar que eu encontrei uma nova autora que eu vou querer ler até a lista do supermercado.

Leia também: Amazon

Leia Mais

Uma segunda chance

| 19 março 2026 | 2 comentários:


Sinopse: “Uma Segunda Chance” acompanha Kenna, interpretada por Maika Monroe, que comete um erro imperdoável que a leva à prisão. Sete anos depois, ela retorna à sua cidade natal, no Wyoming, na esperança de reconstruir a vida e conquistar a chance de se reencontrar com sua filha pequena, Diem, vivida por Zoe Kosovic, a quem nunca conheceu.

***

É engraçado assistir à adaptação de um livro (mesmo que você não tenha lido o livro, como é o meu caso), porque o filme sempre passa aquela vibe boa de quando você está lendo um livro. Ou pode ser também uma vibe triste e profunda, afinal de contas, é a adaptação de um livro da Colleen Hoover.

A protagonista de Uma segunda chance, Kenna, foi a responsável pelo acidente que matou o namorado, e ficou anos presa por isso. Ela descobriu sua gravidez na cadeia e nunca teve oportunidade de conviver com a filha, até finalmente ser solta. Agora, tudo o que ela queria era uma segunda chance e conhecer a filha.

A criança (fofa, linda, a gente quer colocar em um potinho e levar pra casa) é criada pelos avós paternos, que obviamente não querem contato com a mulher responsável pela morte do próprio filho. 

É muito triste acompanhar o desenvolvimento dessa história, porque não tem como não ficar do lado de uma mãe que só deseja conhecer a filha. Por outro lado, os pais de Scotty (namorado de Kenna que morreu no acidente), ainda sofrem pela morte do único filho e não conseguem sequer pensar em ficarem próximos aquela que tirou o bem mais precioso deles.

Mas é claro, o nome já deixa bem claro sobre o que se trata o filme, e é aí que entra em cena uma figura crucial: o charmoso Ledger. 

O melhor amigo de Scotty ficou afastado por muitos anos por conta da sua carreira de jogador, por isso nunca tinha conhecido Kenna pessoalmente. Após a morte de alguém que ele considerava como um irmão, ele volta para a cidade e assume quase que o papel de um pai para Diem.

Ele é o primeiro a perceber que Kenna não era o monstro que todos pensavam, que ela também estava destruída pela morte de Scotty e que merecia, ao menos, ver a própria filha. 

Algumas lágrimas escorreram (talvez um pouco mais do que isso)? Sim! Me apaixonei pelos protagonistas? Absolutamente! Fiquei louca para ler o livro? Nem precisa perguntar! 

Uma segunda chance é uma história linda, mas bem triste. Aqui o luto é muito presente, mas uma criança pode ser a salvação de cada um que sofreu por uma grande perda, e, quem sabe, mais de uma pessoa terá uma nova chance de ser feliz. Eu amei cada segundo, e, não se esqueça, leve uns lencinhos para o cinema...

Leia Mais